PAIBUDA DEPOIS DA PLÁSTICA

Olá! Passados alguns meses de ter submetido a minha candidatura ao “Dr. Não Preciso de Ajuda, mas sim de um Site Novo”, eis que finalmente o grande dia chegou. Assumo que foi uma operação dolorosa, que implorei à senhora dos frangos para voltar a acordar, ao Word Press para não ficar com muitas cicatrizes e à enfermeira de glúteos firmes que fosse meiguinha comigo. Foi, é certo, e hoje o PaiBuda está como novo. Se repararem os meus olhos estão diferentes, a minha pele mais suave, o meu peito menos peludo, a minha boca, bem a minha boca continua igual, proferindo devaneios ilimitados de incongruências quase perfeitas que me levam ao cerne da questão: continuarei eu a ser capaz de vos agradar? Espero que sim. Hoje uma nova fase do PaiBuda nasce, com a mesma vontade do longínquo primeiro dia de 2004. Não prometo descida nos impostos, muito menos que o Sporting ganhe o campeonato. Recuso-me a afirmar que verão genialidade, sabendo que a genialidade está nos olhos de quem a vê.

Inseguro talvez me sinta. Reformulo a frase e digo-vos, estou inseguro. Quando se eleva a fasquia o risco de cair e deslocar o cóxis aumenta exponencialmente. Deixarei este meu estado emocional quando sentir que estão por aqui, quando ler os comentários que me vão deixar. Sim, a partir de hoje quero que participem, que façam parte deste novo projecto. Vou abrir o meu mundo, entram se quiserem, opinam se o desejarem, fazem dele o vosso também. Estou nervoso, não tenho porque o esconder. Feliz por outro lado pelas primeiras reacções que já tive. Curioso, mesmo muito, por ler os presentes, ou não, que me vão oferecer. Se me perguntarem se isso é Impulse, eu digo-vos que é mais Hugo Boss, mas com toque de Axe azeiteiro. Se eu vos perguntar se gostam, se gostaram no passado, o que esperam do futuro, o que me dizem? Eu digo que prometi às minhas avós não falar mais de enormes seios, de casar nos próximos dois anos, de ficar com barriga e começar a beber mines. Elas não viram foi os meus dedos cruzados por trás das costas.

Vou acabar, estou ansioso, com vontade de começar a correr nu pela Graça. Não posso, não com este frio, não com os buracos que invadiram as ruas de Lisboa! Volto em breve, muito me breve, vocês podem vir já, aguardo. Hesito, tenho de ir, devo parar, deixo-vos com estas palavras e com a música da minha vida que podem ouvir quando estas palavras quiserem esquecer.

Até já (sem patrocínio da TMN)

PaiBuda

Bryan Adams – Heaven

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3 Responses to “PAIBUDA DEPOIS DA PLÁSTICA”

  1. Mónica Says:

    Mais lamechas que nunca, Pai Buda no seu melhor

  2. Rita S. Says:

    Aleluia..já se comenta aqui!
    Tal como prometi e não falho, eis o meu 1º e pequeno comentário (de estreia)…Depois não haverá sossego!
    Depois da saga das vizinhas lésbicas, da Associação dos Glúteos firmes (à qual nunca vou poder pertencer), das avós q massacram o menino…surge o Pai Buda reciclado e de cara lavada, prontinho para nos proporcionar leituras extasiantes dos seus textos magníficos e cheios de vida.
    Resta-me aguardar pelas novas surpresas… seja pelas Angelinas Jolies caidinhas na Graça (desoladas pela ausência do vizinho), pela mudança para Cascais e das Super Tias a aparecerem na Caras a disputarem a fogaça dos teus avós! Por fim: Se o Pai Buda resistia sem o seu brilhante autor, não resistia, não era a mesma coisa… :-)
    Beijos,
    RS

  3. tiago Says:

    Mudar faz bem, ainda mais quando é para melhor :)

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